domingo, 25 de dezembro de 2011

Aniversário da Paróquia de São Francisco de Assis

                        

No dia 20 de Dezembro a Paróquia de São Francisco de Assis, completou 13 anos de evangelização e missão. 
Como comemoração foi celebrada a Santa Missa em Ação de Graças com a participação dos paroquianos, pastoras e movimentos da mesma. O Santo Sacrificio foi presidida pelo Paroco Padre João Bonifácio,CM e comcelebrada pelo Padre Marcelo, CM.
Agradecemos a Deus pelos 13 anos de criação da Paróquia e desejamos que por intercessão de São Francisco de Assis, Deus derrame suas Bençãos sobre todos os paroquianos.

                     Paz e Bem a todos!!!





sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal 2011

Decreto de Natal

Fica decretado que neste, Natal em vez de dar presentes, nos faremos presentes junto aos famintos, carentes e excluídos.
Fica decretado que, pelo menos um dia, desligaremos toda parafernália eletrônica, inclusive o telefone e, recolhidos à solidão, faremos uma viajem ao interior nosso espírito, lá onde habita Aquele que, distinto de nós, funda a nossa verdadeira identidade. Entregues à meditação, fecharemos os olhos para ver melhor.
Fica decretado que as mesas de Natal estarão cobertas de afeto e, dispostos a renascer com o Menino, trataremos de sepultar iras e invejas, amarguras e ambições desmedidas, para que nosso coração seja acolhedor como a manjedoura de Belém.
 Autor: Frei Beto

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pastoral da Juventude

“Pastoral da Juventude é missão, compromisso com a vida através da ação...”

Nos dias 24 ( Hoje) a 27 de Novembro do corrente ano, Jovens da Pastoral da Juventude na Prelazia de Cametá estarão reunidos na Cidade de Novo Repartimento, em nossa querida Paróquia de São Francisco de Assis. O objetivo dessa reunião é avaliar o ano de 2011, planejarmos 2012 e claro, na condição de seres humanos jovens também para se confraternizar.
                                                                                                                                                                                                       Jovem Eliton.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pastoral do Dizimo 15 Anos














Dia dos fieis defuntos

O que significa rezar pelos mortos?

Revista : "PERGUNTE E RESPONDEREMOS"
D. Estevão Bettencourt, osb
Nº 419 - Ano: 1997 - pág. 171


Em síntese: Rezar pelos mortos e, especialmente, celebrar a S. Missa pelos mortos não é celebrar a fé das pessoas falecidas nem é celebrar a fé dos que ficaram neste mundo.  É celebrar o mistério da fé, ou seja, o sacrifício de Cristo perpetuado sobre os nossos altares e oferecido ao Pai em favor de tal ou tal irmão ou irmã falecido(a) seja corroborado para que extinga qualquer amor desregrado ou qualquer resquício de pecado que tenha ficado na alma do defunto.  Este se encontra em estado de purificação, preparando-se para ver Deus face-a-face mediante o repúdio radical de qualquer escória de infidelidade.

Um jornal paroquial publicou em novembro pp.  um artigo intitulado "O que significa rezar pelos falecidos".  O conteúdo da explanação é ambíguo e suscitou hesitação em vários leitores.  Daí a conveniência de algumas reflexões sobre o assunto.
(...)



Informativo Cléofas, 01 de novembro de 2011 - Ano VI - Número 193
Notícias do Site Cléofas



domingo, 16 de outubro de 2011

Domingo, dia 16 de Outubro de 2011

EVANGELHO QUOTIDIANO

Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68


 

29º Domingo do Tempo Comum - Ano A


Festa da Igreja : XXIX Domingo Comum (semana I do saltério)
Santo do dia : Santa Margarida Maria Alacoque, religiosa, +1690,  Santa Edviges, viúva, +1243

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui
São Lourenço de Brindisi : Ser realmente uma imagem de Deus

Livro de Isaías 45,1.4-6.
Assim fala o Senhor a Ciro, seu ungido, a quem tomou pela mão direita: «Vou derrubar as nações diante de ti, desatar o cinturão dos reis, abrir-te as portas da cidade, sem que nenhuma te seja fechada.
Por amor do meu servo Jacob e de Israel que escolhi, chamei-te pelo teu nome e dei-te um título, embora não me conhecesses.
Eu sou o SENHOR e não há outro, não existe outro Deus além de mim. Concedo-te a insígnia do poder, embora não me conheças.
Assim saberão, do Oriente ao Ocidente, que não há outro fora de mim. Eu é que sou o SENHOR. Não há outro.

Livro de Salmos 96(95),1.3.4-5.7-8.9-10a.10c.
Cantai ao Senhor um cântico novo, 
cantai ao Senhor, terra inteira!
Anunciai aos pagãos a sua glória 
e a todos os povos, as suas maravilhas.

Porque o Senhor é grande e digno de louvor,
mais temível que todos os deuses.
Os deuses dos pagãos não valem nada; 
foi o Senhor quem criou os céus.

Dai ao Senhor, famílias das nações, 
dai ao Senhor glória e poder.
Dai ao Senhor a glória do seu nome, 
entrai nos seus átrios e fazei-lhe ofertas.

Adorai o SENHOR com vestes sagradas.
Trema diante d'Ele a terra inteira!
Proclamai entre os povos:«O Senhor é rei»
governa os povos com equidade.



1ª Carta aos Tessalonicenses 1,1-5b.
Paulo, Silvano e Timóteo à igreja de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo, que está em Tessalónica. A vós, graça e paz.
Damos continuamente graças a Deus por todos vós, recordando-vos sem cessar nas nossas orações;
a vosso respeito, guardamos na memória a actividade da fé, o esforço da caridade e a constância da esperança, que vêm de Nosso Senhor Jesus Cristo, diante de Deus e nosso Pai,
conhecendo bem, irmãos amados de Deus, a vossa eleição,
pois o nosso Evangelho não se apresentou a vós apenas como uma simples palavra, mas também com poder e com muito êxito pela acção do Espírito Santo; vós sabeis como estivemos entre vós para vosso bem.

Evangelho segundo S. Mateus 22,15-21.
Naquele tempo, os fariseus reuniram-se para combinar como haviam de surpreender Jesus nas suas próprias palavras.
Enviaram-lhe os seus discípulos, acompanhados dos partidários de Herodes, a dizer-lhe: «Mestre, sabemos que és sincero e que ensinas o caminho de Deus segundo a verdade, sem te deixares influenciar por ninguém, pois não olhas à condição das pessoas.
Diz-nos, portanto, o teu parecer: É lícito ou não pagar o imposto a César?»
Mas Jesus, conhecendo-lhes a malícia, retorquiu: «Porque me tentais, hipócritas?
Mostrai-me a moeda do imposto.» Eles apresentaram-lhe um denário.
Perguntou: «De quem é esta imagem e esta inscrição?»
«De César» responderam. Disse-lhes então: «Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.»


Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org



Comentário ao Evangelho do dia feito por :

São Lourenço de Brindisi (1559-1619), capuchinho, doutor da Igreja
Sermão para o 22º Domingo depois de Pentecostes

Ser realmente uma imagem de Deus
«Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus». É preciso dar a cada um o que lhe pertence. Eis uma palavra verdadeiramente cheia de sabedoria e de ciência celestial. Porque nos ensina que há duas espécies de poder: um humano e terreno, outro divino e celeste. [...] Ensina-nos que devemos estar sujeitos a uma dupla obediência: às leis dos homens e às leis divinas. [...] Temos de pagar a César a moeda que tem a efígie e a inscrição de César, e a Deus o que recebeu o sinete da imagem e semelhança divinas: «Resplandeça sobre nós, Senhor, a luz da Tua face!» A luz da Tua face deixou em nós a Tua marca, Senhor (Sl 4,7).


Fomos criados à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1,26). Tu és homem, ó cristão. És, portanto, a moeda do tesouro divino; uma moeda que tem a efígie e a inscrição do Imperador divino. Assim, pergunto com Cristo: «De quem são esta imagem e esta inscrição?» E tu respondes: «De Deus». E eu digo-te: «Então porque não dás a Deus o que é de Deus?»


Se queremos realmente ser imagem de Deus, devemos assemelhar-nos a Cristo, pois Ele é a imagem da bondade de Deus e «imagem fiel da Sua substância» (Heb 1,3). E Deus, «àqueles que Ele de antemão conheceu, também os predestinou para serem uma imagem idêntica à do seu Filho» (Rm 8,29). Cristo deu verdadeiramente a César o que era de César e a Deus o que era de Deus. Observou, da maneira mais perfeita, os preceitos contidos nas duas tábuas da lei divina «tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz» (Fl 2,8) e, assim, foi elevado ao mais alto grau de todas as virtudes visíveis e invisíveis.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Outubro Mês Missionario

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O DIA MISSIONÁRIO MUNDIAL 2011


 

«Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós» (Jo 20, 21)

Por ocasião do Jubileu do Ano 2000, o Venerável João Paulo II, no início de um novo milénio da era cristã, afirmou com força a necessidade de renovar o empenho de levar a todos o anúncio do Evangelho «com o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 58).
 É o serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade e a cada pessoa que está em busca das razões profundas para viver em plenitude a própria existência. Por isso, o mesmo convite ressoa todos os anos na celebração do Dia Missionário Mundial. Com efeito, o anúncio incessante do Evangelho vivifica também a Igreja, o seu fervor, o seu espírito apostólico, renova os seus métodos pastorais a fim de que sejam cada vez mais apropriados às novas situações — inclusive as que exigem uma nova evangelização — e animados pelo impulso missionário: «A missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade cristãs, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações.
 É dando a fé que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio, no empenho pela missão universal» (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 2).

Ide e anunciai

Este objectivo reaviva-se continuamente através da celebração da liturgia, em especial da Eucaristia, que se conclui sempre evocando o mandato de Jesus ressuscitado aos Apóstolos: «Ide...» (Mt 28, 19).
A liturgia é sempre uma chamada «do mundo» e um novo início «no mundo» para testemunhar o que se experimentou: o poder salvífico da Palavra de Deus, o poder salvífico do Mistério pascal de Cristo. Todos aqueles que encontraram o Senhor ressuscitado sentiram a necessidade de O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Eles, depois de ter reconhecido o Senhor ao partir o pão, «partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze» e contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho (Lc 24, 33-35).
O Papa João Paulo II exortava a estarmos «vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor”!» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 59).

 A todos Todos os povos são destinatários do anúncio do Evangelho. A Igreja «por sua natureza é missionária, visto que, segundo o desígnio de Deus Pai, tem a sua origem na missão do Filho e na missão do Espírito Santo» (Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Ad gentes, 2). Esta é «a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar» (Paulo vi, Exort. ap. Evangelii nutiandi, 14). Consequentemente, nunca pode fechar-se em si mesma. Enraíza-se em determinados lugares para ir além. A sua acção, em adesão à palavra de Cristo e sob a influência da sua graça e caridade, faz-se plena e actualmente presente a todos os homens e a todos os povos para os conduzir rumo à fé em Cristo (cf. Ad gentes, 5).
Esta tarefa não perdeu a sua urgência. Aliás, «a missão de Cristo Redentor, confiada à Igreja, ainda está bem longe do seu pleno cumprimento... uma visão de conjunto da humanidade mostra que tal missão ainda está no começo e que devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço» (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 1). Não podemos permanecer tranquilos com o pensamento de que, depois de dois mil anos, ainda existam povos que não conhecem Cristo e ainda não ouviram a sua Mensagem de salvação.

Não só mas aumenta o número daqueles que, embora tendo recebido o anúncio do Evangelho, o esqueceram e abandonaram, já não se reconhecem na Igreja; e muitos âmbitos, inclusive em sociedades tradicionalmente cristãs, hoje são refratários a abrirem-se à palavra da fé.
Está em acto uma mudança cultural, alimentada também pela globalização, de movimentos de pensamento e de relativismo imperante, uma mudança que leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que prescindem da Mensagem evangélica, como se Deus não existisse e exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da carreira e do sucesso como finalidade da vida, inclusive em detrimento dos valores morais.

Co-responsabilidade de todos

A missão universal envolve todos, tudo e sempre. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas é um dom a partilhar, uma boa notícia a comunicar. E este dom-empenho está confiado não só a algumas pessoas, mas a todos os baptizados, os quais são «raça eleita... nação santa, povo adquirido» (1 Pd 2, 9), para que proclame as suas obras maravilhosas.
Estão envolvidas também todas as suas actividades. A atenção e a cooperação na obra evangelizadora da Igreja no mundo não podem ser limitadas a alguns momentos ou ocasiões particulares, e nem devem ser consideradas como uma das tantas actividades pastorais: a dimensão missionária da Igreja é essencial e, portanto, deve estar sempre presente. É importante que tanto cada baptizado como as comunidades eclesiais se interessem pela missão não de modo esporádico e irregular, mas de maneira constante, como forma de vida cristã. O próprio Dia Missionário não é um momento isolado no decorrer do ano, mas uma ocasião preciosa para nos determos e reflectirmos se e como correspondemos à vocação missionária; uma resposta essencial para a vida da Igreja.

Evangelização global

A evangelização é um processo complexo e inclui vários elementos. Entre estes, uma atenção peculiar da parte da animação missionária sempre foi dada à solidariedade. Este é também um dos objectivos do Dia Missionário Mundial que, através das Pontifícias Obras Missionárias, solicita a ajuda para a realização das tarefas de evangelização nos territórios de missão.
Trata-se de apoiar instituições necessárias para estabelecer e consolidar a Igreja mediante os catequistas, os seminários, os sacerdotes; e também de oferecer a própria contribuição para o melhoramento das condições de vida das pessoas em países nos quais são mais graves os fenómenos de pobreza, subalimentação sobretudo infantil, doenças, carência de serviços médicos e para a instrução. Isto também faz parte da missão da Igreja. Anunciando o Evangelho, ela toma a peito a vida humana em sentido pleno. Não é aceitável, afirmava o Servo de Deus Paulo VI, que na evangelização se descuidem os temas relativos à promoção humana, à justiça e à libertação de todas as formas de opressão, obviamente no respeito pela autonomia da esfera política. Não se interessar pelos problemas temporais da humanidade significaria «esquecer a lição que vem do Evangelho sobre o amor ao próximo que sofre e está em necessidade» (cf. Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 31.34); não estaria em sintonia com o comportamento de Jesus, o qual «percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, proclamando a Boa Nova do Reino e curando todas as enfermidades e doenças» (Mt 9, 35).
Assim, através da participação co-responsável na missão da Igreja, o cristão torna-se construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos concedeu, e colabora para a realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade. Os desafios que ela encontra chamam os cristãos a caminhar juntamente com os outros, e a missão faz parte integrante deste caminho com todos. Nela conservamos, embora em vasos de barro, a nossa vocação cristã, o tesouro inestimável do Evangelho, o testemunho vivo de Jesus morto e ressuscitado, encontrado e acreditado na Igreja.

O Dia Missionário reavive em cada um o desejo e a alegria de «ir» ao encontro da humanidade levando Cristo a todos. Em seu nome concedo-vos de coração a Bênção Apostólica, em particular àqueles que mais trabalham e sofrem pelo Evangelho.
Vaticano, 6 de Janeiro de 2011, Solenidade da Epifania do Senhor.

BENEDICTUS PP. XVI




    

Atendimento Paroquial

          Atendimento Paroquial

 Durante  a Semana:

 Das 07: 30 ao 12: 00 hs
                                         
     14: 00 as 17:30 hs


     Aos Sabados

 07:30 a 11: 30 hs

Horario das Missas

Paróquia de São Francisco de Assis    

 Matriz                                                                            Comunidades

 Domingo                                                                                Sabado 19: 30

07: 00 hs da Manhã                                                Comunidade Nossa Senhora Aparecida

19: 00 hs Noite
 
Terça- Feira                                                                            Domingo 09: 00

19: 30 hs                                                                Comunidade Nossa Senhora das Graças

 Quarta- Feira 

19: 30 hs
  
Terço dos Homens

 
Quinta- Feira 19: 30

Adoração a Jesus Sacramentado

Sexta- Feira

19: 30

Grupo de Oração                                     

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Festa do Padroeiro 2011

A festividade de 2011 em homenagem ao padroeiro de nossa Paróquia São Francisco de Assis de Novo Repartimento- PA.

 Teve inicio dia 25 de Setembro com uma carreata com carros e motos, onde os condutores homenageavam o Santo padroeiro com buzinadas.
Era uma linda tarde de domingo que o criador providenciou um belo por do sol, em homenagem ao santo protetor da ecologia.
A festividade durará 10 dias com novenas, missas, apresentações teatrais, show de ministérios católicos, vendas de comidas típicas e leilões de bois.
Desejamos que São Francisco  interceda junto a Deus Pai para que nosso festejo seja abençoado para toda a comunidade paroquial.














quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Oração para escuta da palavra

           

                  
Oração antes de ler a Bíblia

Jesus mestre, vós dissestes: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu aí estarei no meio deles”.  Ficai conosco, aqui reunidos para melhor meditar e comungar a vossa palavra.  Sois o mestre e a verdade:  Iluminai-nos, para melhor compreendamos as Sagradas Escrituras. Sois o Guia e o Caminho: fazei-nos dóceis no vosso seguimento.  Sois a vida: transformai nosso coração em terra boa, onde a palavra de Deus produza frutos abundantes de santidade e apostolado. Amém!

Oração  depois de Ler a Bíblia

Jesus mestre, vós dissestes que a vida eterna consiste em conhecer a vós e ao Pai. Derramai sobre nós a abundancia do Espírito Santo! Que ele ilumine, guie e fortaleça no vosso seguimento, porque sois o Caminho para o Pai fazei-nos crescer no vosso amor, para que sejamos como o apóstolo Paulo, testemunhas vivas do vosso Evangelho. Com Maria, Mãe, Mestra e Rainha dos Apóstolos, guardaremos a vossa palavra meditando-a em nosso coração. Jesus Mestre, Caminho, verdade e Vida, tende piedade de nós. Amém!

Fonte: Livraria Paulinas

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

SETEMBRO MÊS DEDICADO A PALAVRA DE DEUS






Este livro apresenta subsídios para estudo, reflexão, oração e prática para o mês da Bíblia de 2011. Não pretende dizer tudo, mas apontar pistas para o trabalho individual e comunitário. Foi pensado como material de apoio, isto é, traz elementos informativos a serem desenvolvidos posteriormente e indica também roteiros práticos, que podem orientar grupos de reflexão e leitura orante sobre o assunto. O tema do mês da Bíblia de 2011 é “Travessia: passo a passo, o caminho se faz”.


PASTORAL DA JUVENTUDE

    PERGUNTAS SOBRE A PASTORAL DA JUVENTUDE



O QUE É A PASTORAL DA JUVENTUDE?






QUAL A MISSÃO DA PASTORAL DA JUVENTUDE?
A missão da Pastoral da Juventude traz como eixo inspirador o texto de Lucas 4, 18-22, convencida de que tem como missão anunciar e testemunhar o Reino de Deus, movida pela proposta libertador de Jesus Cristo e animada pelo Espírito Santo, buscando concretizar a "Civilização do Amor".


QUAL O OBJETIVO DA PASTORAL DA JUVENTUDE?
Despertar os jovens para a pessoa e a proposta de Jesus Cristo e desenvolver com eles um processo global de formação a partir da fé para formar líderes capacitados a atuarem na própria PJ, em outros ministérios da igreja e em seu meio específico, comprometidos com a libertação integral do homem e da sociedade, levando uma vida de comunhão e participação.

O QUE É PROCESSO DE EDUCAÇÃO NA FÉ?
É a proposta pedagógica da Pastoral da Juventude que visa à construção de pessoas comunitárias e cidadãs, abraçando com decisão uma fé que casa com o social, com a justiça, com a participação e com a comunhão. Ela é fruto da caminhada latino-americana, acompanhadas de alguns princípios norteadores, que levam as pessoas a crescerem na fé, nas suas opções e projeto de vida; baseia-se no entendimento do/a jovem como sujeito da ação evangelizadora, a serviço da animação e organização das comunidades eclesiais atuantes nos diferentes espaços da sociedade.
AS PESSOAS DE MINHA COMUNIDADE DIZEM QUE A PJ NÃO TEM ESPIRITUALIDADE. O QUE FAZER?
É importante num primeiro momento, perguntarem-se o(s) motivo(s) pelo(as) qual(is) as pessoas comunidade levaram a tal afirmação. A partir daí refletirem e traçarem as ações. A espiritualidade da PJ é centrada no nosso amigo e companheiro Jesus. É comunitária e missionária, é encarnada e libertadora, é orante e celebrativa.
Que momentos protagonizar essa espiritualidade?

Fiquem atentos aos espaços e momentos que a comunidade oferece. Valorizem o seu grupo de jovens nas missas, façam retiros, romarias, caminhadas, formações bíblico-litúrgicas, momentos de oração com a comunidade, aprofundem o estudo da pedagogia de Jesus Cristo e a Bíblia no grupo; utilizem o Ofício Divino da Juventude e das Comunidades em retiros, encontros, reuniões... Não esqueça de fazer seu momento orante individual, pois também nos dá força para a caminhada. Essas são algumas pistas, mas o grupo também pode contribuir e criar outros momentos.
COMO A PJ SE POSICIONA DIANTE DE TEMAS POLÊMICOS, COMO O USO DO PRESERVATIVO, O SEXO ANTES DO CASAMENTO, A HOMOSSEXUALIDADE, O ABORTO, ETC?
A PJ faz parte da Igreja que, seguindo Jesus, defende acima de tudo a vida. Nesse sentido, é preciso superar visões reducionistas de pecados individuais, mas considerar também o pecado social e estrutural, tendo como horizonte a defesa da vida.
Em relação à sexualidade, é importante perceber a beleza da criação e, inclusa na criação, a beleza do sexo, quando este é um ato de amor. A ética cristã nos ensina a termos responsabilidade na vivência com as outras pessoas.
O papel da Pastoral da Juventude, neste sentido, é ajudar os/as jovens no processo de reflexão e discernimento de seu projeto de vida para que, num processo de livre escolha, possam ter uma vivência madura de sua sexualidade, com amor, respeitando a vida e o próximo.
Em relação a homossexualidade, a partir do exemplo de Cristo, devemos acolher e respeitar o diferente, sem discriminações.
Quanto ao aborto, a PJ, assim como a Igreja, defende a vida, sendo contra o aborto.
COMO É A RELAÇÃO DA PJ COM OS PARTIDOS POLÍTICOS?
A PJ é uma organização eclesial, que está ligada diretamente à CNBB e não está atrelada a nenhum partido político. Tivemos uma história de proximidade com o Partido dos Trabalhadores nos anos 80 e 90, mas atualmente não temos um consenso nesse debate, algumas lideranças continuam filiadas ao PT, outras mudaram de partido e outras não querem nem ouvir falar de política partidária. Temos uma orientação que as lideranças que ocupam serviços notórios em nossa organização não estejam ligadas diretamente a nenhuma mandato político, para evitarmos a instrumentalização da nossa pastoral.

A PJ TEM RIVALIDADE COM A RCC?
A PJ tem como princípios: a comunhão, a unidade e o respeito à diversidade. A nossa Igreja é plural e tem espaço para diferentes juventudes. Temos o nosso jeito próprio de caminhar, de rezar, de formar e de atuar, mas as nossas diferenças não nos colocam num lugar de rivalidade, mas sim de aprendizado, troca de experiências e respeito mútuo.

Pastoral da Juventude é ação organizada dos jovens que são Igreja junto com seus pastores e com toda comunidade para aprofundar a vivência de sua fé e evangelizar outros jovens com opção evangélica preferencial e consciente pelos jovens das classes populares e pelos jovens marginalizados, em vista da construção de um mundo mais fraterno e justo, a fim de que se transformem em novos homens e novas mulheres, sendo, pois, agentes da construção da nova sociedade, guiados pelos critérios evangélicos.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Festejo de São Francisco de Assis 2011





Palavra do Pároco
                                                                   Paz e Bem !!!
“Comecemos tudo de novo, pois até agora nada fizemos”
                                              ( São Francisco de Assis)
Estimados devotos e devotas de São Francisco de Assis, novamente estamos em festa. Temos a alegria de convidar você e sua família para participar da Festividade de Nosso padroeiro São Francisco de Assis.
Neste ano a Igreja no Brasil reflete na Campanha da Fraternidade o Tema: “Fraternidade e vida no planeta”, e o Lema: “A criação geme em dores de parto”. Nossa Paróquia, em comunhão com a Igreja do Brasil, reflete este tema que, nos alerta para a necessidade de conclamar a todos e todas na construção de nova sociedade.
Com o tema: FRANCISCO O SANTO DA ATUALIDADE, PROFETA DA VERDADE, celebraremos com esperança e gratuidade este tempo de graça com todos os paroquianos, pastorais e movimentos.
Que São Francisco rogue por nós e que sejamos os novos discípulos e discípulas da Paz e da Justiça!

Que Deus Abençoe a todos !!!
Pe. João Bonifácio dos Santos, CM.
Pe. Marcelo Pontes, CM.




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